História do Jiu-Jitsu / Schubert Jiu-Jitsu

21/07/2014

HISTÓRIA DO JIU-JITSU E SCHUBERT JIU-JITSU

História

 As Escolas Schubert  Jiu-Jitsu estão presentes em varios Estados e no exterior, e mantém vivo o legado do verdadeiro Jiu-Jitsu Brasileiro fundado pelos Mestres Carlos Gracie e Hélio Gracie nos anos 20 do século passado. O Gracie Jiu-Jitsu como também é conhecido provou ser a forma mais efetiva de defesa pessoal já desenvolvida.

 

CONDE KOMA

Mitsuyo Maeda, conhecido no Brasil como Conde Koma, nasceu no Japão em 1878. Discípulo da Kodokan, recebeu das mãos do mestre Jigoro Kano o quarto grau de Faixa Preta. Ao longo de sua vida, percorreu o mundo provando que sua arte era superior às demais. Ao longo de pouco mais de 60 anos de vida, venceu mais de 2.000 lutas profissionais, enfrentando wrestlers, pugilistas e praticantes de outras lutas, sem perder um único combate. Grande amigo do imigrante escocês Gastão Gracie, foi convidado a ensinar o Jiu-Jitsu a seu filho Carlos. Mal sabia Gastão que aquela atitude tornaria a família Gracie e sua técnica conhecida em todo o planeta. Para muitos que não sabem o jiu-jitsu Brasileiro é uma raiz do judô de Jigoro Kano.

 

CARLOS GRACIE

Em uma família de 8 irmãos, o franzino garoto Carlos Gracie foi apresentado ao campeão japonês Mitsuyo Maeda aos 15 anos. Incentivado por seu pai, começou a treinar Jiu-Jitsu como um meio de realização pessoal. Aos 19 anos, se transferiu para o Rio de Janeiro com a família, adotando a profissão de lutador e professor da arte marcial. Como seu mestre, viajou pelo país derrotando adversários maiores e fisicamente mais fortes. Em 1925, voltou ao Rio e abriu a primeira Academia Gracie de Jiu-Jitsu. Convidou seus irmãos Oswaldo e Gastão para assessorá-lo e assumiu a criação dos menores George, com 14 anos, e Hélio, com 12. Passou a transmitir seus conhecimentos aos irmãos, aperfeiçoando a técnica à compleição física franzina característica da família Gracie. Com 20 filhos (o mais novo deles, Rilion), Carlos começou a testar seus conceitos de alimentação saudável na própria família, com o objetivo de tornar os Gracies mais fortes e saudáveis. Essa dieta especial para atletas ganhou, mais tarde, o nome de Dieta Gracie, e transformou o Jiu-Jitsu em sinônimo de saúde. Ao modificar e aprimorar as regras do Jiu-Jitsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de mudança de nacionalidade de uma luta na história esportiva mundial. Anos depois, a arte marcial japonesa passou a ser denominada Jiu-Jitsu Brasileiro (também conhecida como Brazilian Jiu-Jitsu), sendo exportada para o mundo todo. Seu estilo tornou-se a arte marcial mais praticada no mundo…

 

HÉLIO GRACIE

Carlos Gracie recebera ordens expressas do médico da família para que não ensinasse o Jiu-Jitsu ao irmão Hélio que, muito frágil, sofria com vertigens e desmaios quase diários. O garoto estava impedido até mesmo de frequentar a escola, e ficava o dia inteiro assistindo às aulas do irmão mais velho, Carlos. Até que um dia, como havia um aluno esperando e Carlos não chegava, Hélio (com então 14 anos), propôs-se a passar as instruções da aula. E fez de tal forma que, quando Carlos chegou, o aluno pediu que passasse a ser ensinado por Hélio, que nunca tinha recebido uma aula sequer. O afinco de Hélio em adaptar o Jiu-Jitsu à sua condição franzina era tanto que, aos 16 anos, venceu em 30 segundos o então campeão brasileiro de boxe Antônio Portugal. Aos 18, derrotou o vice-campeão mundial de vale-tudo, Fred Ebert. Venceu em quatro minutos um dos maiores capoeiristas da época, Caribe, que o desafiara através da imprensa. Enfrentou e venceu, sem descanso entre as lutas, doze fulizeiros navais escolhidos entre os mais fortes de toda a corporação. O mais leve pesava 90 quilos, e Hélio 60. Venceu em menos de 5 minutos o japonês Massagoishi, campeão de sumô, que tinha o dobro do tamanho de Hélio. Em uma luta com Kato, o segundo maior judoca da época, Hélio o deixou desacordado após 6 minutos de combate com um estrangulamento. Sua vitória contra Kato qualificou-o para subir no ringue contra o campeão mundial Kimura, mais jovem e quase 40 quilos mais pesado, diante do Maracanã. Com uma chave de braço que quebrou o braço de Hélio, conhecendo o temperamento de seu irmão e sabendo que não bateria, Carlos jogou a toalha. Kimura ganhou a luta, mas ficou tão impressionado com as técnicas de Hélio, que lhe pediu que fosse ensinar no Japão, admitindo que as técnicas dos Gracie, apresentadas por Hélio durante a disputa, eram desconhecidas mesmo no berço do esporte. Era o reconhecimento do melhor do mundo à dedicação dos irmãos Gracie no refinamento da arte. Hélio se tornou, então, um verdadeiro ídolo na história do esporte brasileiro, desafiando ícones do boxe como Primo Carnera, Joe Louis e Ezzard Charles. Todos recusaram. Aos 43 anos, Hélio enfrentou seu ex-aluno Waldemar Santana no mais longo combate de Vale-Tudo da história, em 3 horas e 45 minutos, sem intervalos. Por influência de Carlos Gracie, sempre fez da técnica e da dignidade do esporte uma bandeira, e adotou as mesmas filosofias e estilo de vida saudável do irmão, que o fizeram chegar com lucidez aos 95 anos. Antes de morrer, se entristecia ante o mau uso dessa técnica e a deturpação dos conhecimentos milenares que deram origem às artes marciais.

 

MARCOS SCHUBERT E A ESCOLA SCHUBERT JIU-JITSU

 

Marcos Schubert inicia seus treinamentos no judô em 1990 com o Professor Fontana em Curitiba, também foi aluno do grande Mestre de Muay-thai Fábio Noguchi. Em 1994 inicia seus treinamentos no Jiu-Jitsu, passando a fazer parte em 1996 da Escola Gracie Curitiba.

 

Em 2001 então faixa Roxa muda-se para o interior do Paraná. Neste mesmo ano funda a Escola Gracie Paraná e começa dar aulas na Cidade de Marechal Cândido Rondon. Neste tempo ele mantém seus treinamentos entre a Cidade de Marechal Cândido Rondon, Curitiba e Rio de Janeiro.

Em 2003 recebe a faixa Marrom e 2005 é formado faixa Preta no Rio de Janeiro pelo Mestre Carlos Gracie Junior.

Na frente da Equipe no oeste do Estado fez campeões a nível estadual, sul-brasileiro e mundial de jiu-jitsu. Formou alguns instrutores e depois de 6 anos retornou a capital do Estado.

Schubert fica a frente da Equipe até o ano de 2007 quando volta a morar em Curitiba. Chegando em Curitiba abre sua nova Escola a Gracie Barra Paraná que depois passa a se chamar SCHUBERT JIU-JITSU (2014).

Hoje esta Escola esta localizada na Rua Professor Leonardo Cobbe nº 02 no Bairro Barreirinha em Curitiba.

Sobre o Professor:

Marcos Schubert é um professor bem conceituado no jiu-jitsu Brasileiro e Mundial. Teve como Professores,Rilion Gracie, Hélio "Soneca", Gustavo Muggiati "Gutty", Arthur Moreira "Kuka" e formou-se faixa Preta pelas mãos do Mestre Carlos Gracie Jr. Com longos anos de prática de jiu-jitsu e judô ministra aulas a 16 anos.

Schubert é campeão de jiu-jitsu e nivel paranaense, brasileiro e mundial. Também campeão de judô a nível paranaense e brasileiro.

Em 2006 cria a associação Schubert Jiu-Jitsu. Trabalha pela academia Gracie Barra até o ano de 2013  quando pede afastamento de sua ocupação de líder regional e membro do conselho diretor para dar continuidade somente aos trabalhos da Associação Schubert Jiu-Jitsu.

Foram tempos felizes junto a Equipe Gracie Barra a qual o Professor Schubert considera todos como sua família.

O Professor Marcos Schubert mantém vivo o legado de ensinamento da Gracie Barra e do Mestre Carlos Gracie Junior dando continuidade na prática do mesmo ensinamento em suas Escolas espalhadas no Brasil e  no Mundo

Mantém academias de Jiu-jitsu sob sua responsabilidade nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Cataria, Espírito Santo e Rio Grande do Norte

Mantém academias sob sua responsabilidade no exterior em países como o México, Venezuela, . Ministra cursos ao Exercito e Policia da Colômbia em Escolas de Jiu-Jitsu em Portugal. Ministra também palestras, cursos e seminários de jiu-jitsu brasileiro em todo Brasil, América do Sul, América Central e Europa.

Sucesso de acessos em vídeo aulas pela internet tem mais de 14 milhões de acessos no seu canal graciepr no youtube. Vendeu mais de 30 mil cópias de dvds instrutivos de jiu-jitsu (video aulas) pelo Brasil e pelo Mundo.

A história do Jiu-Jitsu

 


Arte SuaveO Jiu-Jitsu brasileiro ou, lá fora, o Brazilian Jiu-Jitsu ou BJJ (grafado também como jujitsu ou jujutsu) é uma arte marcial de raiz japonesa que se utiliza essencialmente de golpes de alavancas, torções e pressões para levar um oponente ao chão e dominá-lo. Literalmente, j? em japonês signfica “suavidade”, “brandura”, e jutsu, “arte”, “técnica”. Daí seu sinônimo literal, “arte suave”.

Sua origem secular, como sucede com quase todas as artes marciais ancestrais, não pode ser apontada com precisão. Estilos de luta parecidos foram verificados em diversos povos, da Índia à China, nos séculos III e VIII. O que se sabe é que seu ambiente de desenvolvimento e refinamento foram as escolas de samurais, a casta guerreira do Japão feudal.

A finalidade de sua criação se deu pelo fato de que, no campo de batalha ou durante qualquer enfrentamento, um samurai poderia acabar sem suas espadas ou lanças, necessitando, então, de um método de defesa sem armas. Como os golpes traumáticos não se mostravam suficientes nesse ambiente de luta, já que os samurais vestiam armaduras, as quedas e torções começaram a ganhar espaço pela sua eficiência. O Jiu-Jitsu, assim, nascia de sua contraposição aokenjitsu e outras artes ditas rígidas, em que os combatentes portavam espadas ou outras armas.

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Conde Koma e trupe em Cuba, em 1912. Foto: Acervo Fabio Quio

A arte marcial ganhou novos rumos quando um célebre instrutor da escola japonesa Kodokan decidiu ganhar o mundo e provar a eficiência de seus estrangulamentos e chaves de braço contra oponentes de todos os tamanhos e estilos: Mitsuyo Maeda, um filho de lutador de sumô nascido no povoado de Funazawa, cidade de Hirosaki, Aomori, no Japão, em 18 de novembro de 1878, e falecido em Belém do Pará a 28 de novembro de 1941.

Eterno defensor das técnicas de defesa pessoal do Jiu-Jitsu, Maeda embarcou para os Estados Unidos em 1904, em companhia de outros professores da escola de Jigoro Kano. À época, graças aos laços políticos e econômicos entre Japão e EUA, as técnicas japonesas encontravam grandes e notórios admiradores em solo americano. Em 1903, por exemplo, o presidente Theodore Roosevelt tomara aulas com o japonês Yoshiaki Yamashita. Nos EUA, o ágil japonês começou a colecionar milhares de combates e adversários tombados pelo caminho, em países como a Inglaterra, Bélgica e Espanha, onde sua postura nobre fez nascer o apelido que o consagrou, Conde Koma. De volta à América, o lutador fez diversas apresentações e desafios em países como El Salvador, Costa Rica, Honduras, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile e Argentina. Em julho de 1914, o valente japonês de 1,64m e 68kg, segundo consta, desembarcaria no Brasil para fincar raízes e mudar a história do esporte.

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O Jiu-Jitsu em jornal brasileiro de 1906.

Maeda colecionaria histórias saborosas em terras brasileiras. Após rodar pelo país, o faixa-preta de Jiu-Jitsu se estabeleceu em Belém do Pará. Certo dia, encarou o desafio de um capoeirista conhecido como “Pé de Bola”, de cerca de 1,90m e quase cem quilos. Maeda não se fez de rogado e ainda deixou o ousado rival portar uma faca na luta. O japonês desarmou-o, derrubou e finalizou o brasileiro. Conde Koma, como se tornou tradição entre os professores de Jiu-Jitsu, também lançava desafios para rivais famosos do boxe. Foi o que fez com o afamado boxeador americano Jack Johnson, que jamais aceitou a luta.

Foi Koma, ainda, que promoveu o primeiro campeonato de Jiu-Jitsu do país – na verdade, um festival de lutas e desafios para promover o esporte desconhecido.

Os pesquisadores Luiz Otávio Laydner e Fabio Quio Takao encontraram, na Gazeta de Notícias, de 11 de março de 1915, as regras do evento marcado para o teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, então capital do país. Koma anunciava as primeiras regras do nosso Jiu-Jitsu, um regulamento com dez leis simples:


1. Todo lutador deverá se apresentar decentemente, com as unhas das mãos e dos pés perfeitamente cortadas;

2. Deverá usar traje kimono, que o Conde Koma lhe facilitará;

3. Não é permitido morder, arranhar, pegar com a cabeça ou com o punho;

4. Quando se fizer uso do pé nunca se fará com a ponta e sim com a curva;

5. Não se considera vencido o que tenha as espáduas [costas] em terra ainda que tenha caído primeiro;

6. O que se considera vencido o demonstrará dando três palmadas sobre o acolchoado ou sobre o corpo do adversário;

7. O juiz considerará vencido o que por efeito da luta não se recorde que deve dar três palmadas;

8. As lutas se dividirão em rounds ou encontros de cinco minutos por dois de descanso. Tendo o juiz de campo que contar os minutos em voz alta para maior compreensão do público;

9. Se os lutadores caírem fora do tapete, sem que nenhum deles tenha avisado, o Sr. Juiz deve obrigá-los a colocar-se de novo no centro do acolchoado, em pé, frente a frente;

10. Substituirão em suas obrigações ao sr. Juiz os srs. Jurados. Nem a empresa nem o lutador que vencer é responsável pelo maior mal que possa sobrevir ao vencido, se por tenacidade não quiser dar o sinal convencionado para terminar a luta e declarar-se vencido.

* Ficam convidados os doutores em medicina, os representantes da imprensa local e os professores de física e esgrima que se encontrarem no recinto a tomar parte no júri.


Em 1917, um adolescente de nome Carlos Gracie (1902–1994) viu pela primeira vez, em Belém, uma apresentação do japonês que era capaz de dominar e finalizar os gigantes da região. Amigo de seu pai, Gastão Gracie, Maeda concordou em ensinar ao garoto irrequieto a arte de se defender. Em suas aulas, ensinava a Carlos e a outros brasileiros – como Luiz França, que mais tarde seria mestre de Oswaldo Fadda – os conceitos de sua arte: em pé ou no chão, a força do oponente deveria ser a arma para a vitória; para se aproximar do adversário, o uso de chutes baixos e cotoveladas deveriam ser os artifícios antes de levá-lo para o chão. Para evolução nos treinos, lançava mão do randori, o treino à vera com um companheiro.

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Carlos simula golpe em Helio Gracie. Foto: José Medeiros/O Cruzeiro

Aluno fiel, Carlos Gracie abraçou de vez o Jiu-Jitsu e, para lamento da mãe que sonhava ver mais diplomatas na família célebre, passou a incutir nos irmãos o amor pela arte. Um de oito irmãos (Oswaldo, Gastão Jr., George, Helena, Helio, Mary e Ilka), Carlos abriu, em 1925, a primeira academia de Jiu-Jitsu da família Gracie. Nos jornais, o anúncio era uma obra-prima do marketing: “Se você quer ter um braço quebrado procure a academia Gracie”.

O grande mestre teria 21 filhos, sendo que 13 deles se tornariam faixas-pretas. Cada membro da família passou, então, a fortalecer a arte e a acrescentar mais um elo à corrente criada por grande mestre Carlos, fundador e guia do clã, além do primeiro membro da família a se lançar numa luta sem regras, a que chamou de “vale-tudo”. Foi em 1924, no Rio de Janeiro, quando Carlos Gracie enfrentou o estivador Samuel, conhecido atleta da capoeira.

Helio Gracie tornou-se, rapidamente, o destaque entre os irmãos, pelas inovações técnicas que promoveu como instrutor e pelo espírito indomável que não combinava com o porte franzino. Em consonância com as táticas de Conde Koma, os Gracie continuaram, no Rio de Janeiro, os desafios a capoeiristas, estivadores e valentões de todas as origens e tamanhos. Se em pé tais brutamontes botavam medo, no chão viravam presa fácil para os botes e estrangulamentos que os capturavam como mágica.

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Royce com um de seus fãs, Mike Tyson, a quem havia desafiado nos anos 1990. Foto: Donald Miralle / Zuffa LLC via Getty Images

As vitórias da família em lutas sem regras foram se acumulando e virando lendas e manchetes nas primeiras páginas. Os alunos famosos também – artistas,arquitetos, ministros de estado, prefeitos, governadores, cirurgiões e doutores de todos os ofícios.

Além dos desafios, os campeonatos entre praticantes, com regras exclusivas do Jiu-Jitsu, se fortaleciam, abastecidos por dezenas de academias diferentes. Nos anos 1960, quando Carlson Gracie já pegara o bastão de seu tio Helio como linha de frente do clã no vale-tudo, um passo importante foi dado para a consolidação do Jiu-Jitsu esportivo. Em 1967, a Federação de Jiu-Jitsu da Guanabara, no Rio de Janeiro, foi criada, sob autorização da Confederação Nacional de Desportos do país. Entre as regras ainda primitivas, manobras como queda, montada de frente com dois joelhos no chão e pegada pelas costas rendiam um ponto ao competidor. A duração dos combates na categoria adulta era de cinco minutos, com prorrogação de três. O Jiu-Jitsu ganhava oficialmente tempo e pontuações.

O presidente da Federação era Helio Gracie, e o presidente do Conselho Consultivo era Carlos. Seu primogênito, Carlson, era o diretor do departamento técnico. O primeiro vice técnico era Oswaldo Fadda e o segundo, Orlando Barradas – ambos professores de Jiu-Jitsu. João Alberto Barreto, notável aluno dos Gracie, foi nomeado diretor do departamento de ensino, que tinha como vice-diretor um irmão de Carlson, Robson Gracie – todos hoje grandes mestres da arte.

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Jacaré e Roger numa das finais mais eletrizantes da história do Jiu-Jitsu esportivo, no Mundial de 2004. Foto: Gustavo Aragão

Nos anos 1990, a arte teve um novo boom. Em duas frentes: criado por Rorion Gracie em 1993, o Ultimate Fighting Championshipdeu o pontapé inicial (no queixo) no esporte midiático conhecido hoje como MMA. A partir do ídolo Royce Gracie, e com o suor derramado por irmãos e primos aparentemente invencíveis como Rickson, Renzo, Ralph, Royler, Ryan, Carley e companhia, o Jiu-Jitsu como arma de defesa pessoal estava consagrado.

Em outra frente, Carlos Gracie Jr. seguiu a obra do pai na organização dos campeonatos e no fortalecimento da arte como esporte regulado. Estava criada, assim, em 1994, aFederação Internacional de Jiu-Jitsu, assim como a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu, filiada ao Comitê Olímpico Brasileiro, que hoje promovem torneios para mais de 3 mil atletas de mais de 50 países, como o Campeonato Mundial, realizado anualmente desde 1996.

Um século depois de Conde Koma desembarcar no Brasil, nosso Jiu-Jitsu hoje pode ser praticado do Alasca à Mongólia, de Abu Dhabi ao Japão.

O resto da história continua a ser escrita por cada faixa-branca que ingressa numa academia de Jiu-Jitsu.

 

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